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Rastreamento veicular cresce mesmo com furto e roubo em queda no Brasil

Griffin Rastreamento2 min de leitura

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Central de monitoramento de frota à noite, telas mostrando mapas e pontos de veículos em tempo real, sensação de tecnologia e controle operacional.

A Alpha Autos publicou uma análise sobre o momento do mercado brasileiro de rastreamento veicular, e o retrato é, à primeira vista, contraditório: o crime contra veículo caiu, mas a procura por monitoramento não. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, divulgado em julho pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o país registrou 308.440 ocorrências de roubo e furto de veículos em 2025, queda de 14,3% frente ao ano anterior.

A proteção continua sendo prioridade

Mesmo em queda, o número ainda representa cerca de 845 casos por dia, um veículo roubado ou furtado a cada um minuto e 42 segundos. Para quem administra frota, esse dado sozinho já justifica manter o rastreamento como item básico de proteção, não como gasto dispensável diante da melhora nas estatísticas.

O rastreamento virou dado de operação, não só de segurança

O que muda é o motivo pelo qual a frota rastreia. A tecnologia deixou de servir só para localizar um veículo depois do roubo e passou a alimentar decisão de rotina: rota percorrida, tempo de parada, permanência fora do horário previsto. Essa mudança de uso acompanha a expansão do agronegócio, do comércio eletrônico e da logística orientada a dados, setores que passaram a monitorar também carga e maquinário, não apenas o veículo.

5G e crescimento do setor sustentam a virada

A ampliação da rede 5G no Brasil ajuda a explicar por que isso é possível agora: dados da Anatel mostram cobertura em 64,94% da população, em 2.019 municípios, o que viabiliza telemetria avançada, transmissão de vídeo embarcado e análise de dados em tempo real. Em escala global, levantamento da Mordor Intelligence estima o mercado de rastreamento veicular em US$ 29,6 bilhões em 2025, com projeção de chegar a US$ 60 bilhões até 2030, crescimento anual composto de 15,18%.

O que isso muda para quem gerencia frota

Antes de contratar ou renovar rastreamento, vale perguntar se o serviço entrega só a localização no mapa ou também organiza esses dados em decisão prática: alerta de desvio de rota, tempo de parada fora do previsto, histórico de trajeto por veículo. É essa camada de gestão, e não apenas o ponto no mapa, que hoje diferencia uma central de monitoramento madura.

Na Griffin, o rastreamento em tempo real caminha junto com uma central de monitoramento própria, 24 horas, com atendimento a frotas em todo o Brasil.

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Fonte: Alpha Autos