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Quilometragem rodada cai com a idade da frota de caminhões, aponta levantamento nacional

Griffin Rastreamento2 min de leitura

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Caminhões pesados trafegando lado a lado em rodovia de pista dupla, com serra ao fundo.

A Frota&Cia publicou um levantamento da Confederação Nacional do Transporte que traça, pela primeira vez com esse nível de detalhe, o quanto um caminhão pesado roda ao longo da vida útil no Brasil. O estudo, batizado de “Transporte em Foco”, cruzou mais de 1,4 milhão de avaliações ambientais feitas entre 2022 e 2025 dentro do Programa Despoluir, cobrindo cerca de 207 mil veículos pesados em operação no país.

O que o levantamento mostrou

Um caminhão pesado começa a vida útil rodando por volta de 106 mil quilômetros no primeiro ano. Esse ritmo cai de forma constante com o tempo: a partir do sexto ano de uso, a média recua para cerca de 74 mil quilômetros anuais. Em dez anos de operação, o veículo pode ultrapassar 790 mil quilômetros rodados, e ao longo de trinta anos esse total passa de 1,8 milhão de quilômetros. Já entre os ônibus urbanos, a operação começa acima de 75 mil quilômetros por ano e soma cerca de 640 mil quilômetros em uma década.

O levantamento também expõe a idade média da frota autônoma de cargas no país: mais de 769 mil veículos, com média de 22 anos de uso.

Por que a quilometragem cai com o tempo

A queda no uso não significa que o veículo passa a rodar menos por acaso. Ela reflete decisões operacionais: caminhões mais novos costumam ser destinados às rotas mais longas e mais exigentes, enquanto os mais antigos migram para operações locais, de reserva ou de menor intensidade, à medida que o custo de manutenção sobe e a confiabilidade cai.

O que isso muda no planejamento de frota

Um padrão nacional desse tamanho dá ao gestor de frota um parâmetro concreto para comparar com os próprios números. Um veículo que foge muito da curva esperada, rodando bem menos que a média para a idade que tem, costuma sinalizar problema mecânico recorrente, uso ineficiente ou rota mal dimensionada. Rodando muito acima da média, pode estar sendo exigido além do que o plano de manutenção previu.

Esse tipo de comparação só é possível com dados de quilometragem e uso confiáveis, coletados veículo por veículo ao longo do tempo. É exatamente o que o rastreamento e a telemetria de frota entregam no dia a dia: histórico de rodagem, tempo de uso e desgaste acumulado, prontos para orientar quando renovar um veículo e quando ainda vale investir em manutenção. Quem quiser esse controle sobre a própria frota pode contar com a Griffin Rastreamento.

Quer ver isso aplicado à sua frota?

A Griffin junta rastreamento, telemetria e central própria numa só operação: do alerta que importa ao relatório que prova.

Fonte: Frota&Cia