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Mais dado de telemetria não garante decisão melhor na frota

Griffin Rastreamento2 min de leitura

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Gestor de frota observando um monitor com vários painéis e gráficos de indicadores de telemetria numa central de operações logística durante o dia, sensação de excesso de informação e necessidade de foco na métrica certa, sem marca ou logotipo visível.

A W2G publicou uma análise sobre um estudo do American Transportation Research Institute que mexe com uma crença comum na gestão de frota: a de que mais dado de telemetria equivale a melhor decisão. O levantamento, batizado de “From Telematics Data to Decisions: High-Value Performance Metrics for Trucking Operations” e divulgado em 9 de setembro, comparou o que as próprias transportadoras consideram mais importante com o que elas de fato acompanham no dia a dia.

O indicador mais importante nem sempre é o mais usado

O exemplo mais direto do estudo é o custo por milha rodada. Ele foi apontado pelas empresas participantes como o indicador de maior peso na área operacional, mas apenas 73% delas de fato o acompanhavam de perto. Entre indicador reconhecido como importante e indicador realmente monitorado existe uma distância que a telemetria sozinha não fecha.

Na segurança, o cenário é parecido. Veículo conectado consegue registrar excesso de velocidade, frenagem brusca e outros eventos críticos de condução em volume cada vez maior. O ponto não é a falta de dado: é saber qual desses eventos, olhado com regularidade, realmente muda o risco de acidente ou o custo de manutenção.

Painel com mais número não é painel melhor

Um veículo conectado hoje pode gerar centenas de variáveis diferentes. Empilhar todas elas num painel de gestão não torna a operação mais segura ou mais barata: torna mais difícil enxergar o que importa. A análise aponta que o próximo passo da telemetria no transporte de cargas não é coletar mais, é selecionar melhor, ligando cada indicador a uma decisão concreta sobre condução, manutenção preventiva ou uso do veículo.

O que muda para quem gerencia frota

Esse é o desafio prático que separa telemetria como registro de telemetria como ferramenta de gestão: não basta o sistema mostrar o dado, é preciso que o gestor saiba qual número olhar primeiro quando o tempo é curto e a frota é grande. É esse tipo de leitura de indicador, aplicada ao dia a dia da frota, que orienta o trabalho da Griffin Rastreamento com seus clientes.

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Fonte: W2G