Radar Griffin /Gestão de Frotas
Cidade antecipa em três anos obrigação de rastrear frota pública por telemetria
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A Folha de Candelária publicou que a Câmara Municipal aprovou, por unanimidade entre os vereadores presentes, o projeto de lei que institui a política de rastreamento e monitoramento por telemetria da frota pública do município. O texto original previa cobertura total da frota apenas em 2030. Uma emenda apresentada durante a votação antecipou esse prazo em três anos.
O que muda no prazo
Pela nova regra, metade da frota municipal precisa contar com o sistema de rastreamento até 30 de junho de 2027, e a instalação em todos os veículos e máquinas pesadas da prefeitura deve estar concluída até 31 de dezembro do mesmo ano. Caberá ao Poder Executivo definir os critérios técnicos e a ordem de prioridade da instalação, conforme a compatibilidade de cada equipamento com os sistemas disponíveis.

Um investimento pequeno perto do orçamento total
Durante a discussão, os vereadores citaram um custo estimado de R$ 81,9 mil para equipar cerca de 100 veículos e máquinas com rastreamento por telemetria, valor que representa uma fração mínima do orçamento municipal projetado em mais de R$ 200 milhões para o próximo exercício. É um retrato comum quando se compara o custo de rastrear uma frota ao custo de operá-la sem esse controle: o investimento em tecnologia costuma pesar pouco diante do gasto total com veículos, combustível e manutenção.
Frota pública segue movimento que já vale para empresa privada
Casos como esse se somam a outras iniciativas recentes que tratam rastreamento de frota pública como política, e não como projeto isolado. O motivo é o mesmo que já leva empresas privadas a adotar telemetria: veículo público sem controle de posição, uso e disponibilidade é mais difícil de fiscalizar, de manter e de justificar em orçamento. Rastrear máquina pesada e veículo oficial permite comprovar uso correto do bem público, planejar manutenção antes da quebra e reduzir extravio.
Para gestor de frota, pública ou privada, o caso reforça um ponto prático: quanto mais cedo o rastreamento por telemetria entra na operação, menor o custo de implantação frente ao tamanho da frota, e mais cedo os dados começam a orientar decisão de manutenção e uso.

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A Griffin junta rastreamento, telemetria e central própria numa só operação: do alerta que importa ao relatório que prova.
Fonte: Folha de Candelária
