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Radar Griffin /Gestão de Frotas

IA entra na manutenção e no treino de motoristas de frotas de ônibus

Griffin Rastreamento2 min de leitura

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Mecânico consultando um tablet com painel de dados de manutenção dentro de uma garagem de ônibus urbano, luz de dia, sensação de tecnologia aplicada à gestão de frota.

O Balcão Automotivo publicou uma cobertura do Frotas Conectadas, evento realizado em 12 de agosto durante a Lat.Bus 2026, no São Paulo Expo. O Radar já trouxe números de telemetria apresentados no mesmo evento. Esta matéria olha para outro painel, o de “Ecossistemas e Novos Modelos”, onde os lançamentos giraram em torno de inteligência artificial aplicada à gestão de frota de ônibus, e não a dado de sensor ou de câmera.

Treino de motorista deixa de ser curso único

A novidade apresentada no painel foi o treino de condução personalizado por inteligência artificial. Em vez de aplicar o mesmo roteiro de capacitação para toda a frota, o sistema olha como cada motorista dirige de fato e monta a orientação em cima disso.

Para quem gerencia ônibus, a diferença prática está em tratar o treino como coisa contínua, ajustada ao comportamento de cada condutor, e não como um curso que acontece uma vez, no momento da contratação, e nunca mais é revisitado. Motorista não erra sempre do mesmo jeito, e capacitação de tamanho único acerta pouco em cada um.

Manutenção guiada por dado da operação

A segunda frente foi a manutenção. As plataformas apresentadas usam o dado que a frota já produz rodando para orientar a decisão de manutenção antes que a falha apareça na estrada, em vez de reagir depois que o veículo parou.

É a diferença entre trocar peça por calendário e trocar peça por comportamento. No primeiro modelo, metade das intervenções é cedo demais e a outra metade chega tarde. No segundo, a própria máquina indica quando o desvio começou.

O que isso muda para quem decide sobre frota

Os dois lançamentos reforçam um movimento que já aparece em outras frentes do setor: a inteligência artificial deixando de ser recurso isolado de um fornecedor específico para virar parte padrão do pós-venda e da manutenção. Isso muda o critério de escolha: importa cada vez menos comprar telemetria, treino e manutenção como produtos separados, e cada vez mais que essas informações conversem entre si.

O ponto de atenção prático é perguntar como o treino do motorista e o alerta de manutenção se encaixam nos dados que a frota já coleta hoje, em vez de somar mais um painel isolado à rotina de quem opera.

Essa tecnologia está disponível no mercado brasileiro, e é exatamente esse encaixe que a Griffin trata como padrão: rastreamento, telemetria e gestão de frota na mesma operação, com central própria por trás do alerta.

Quer ver isso aplicado à sua frota?

A Griffin junta rastreamento, telemetria e central própria numa só operação: do alerta que importa ao relatório que prova.

Fonte: Balcão Automotivo