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Radar Griffin /Gestão de Frotas

IA chega ao diagnóstico de oficina e ao monitoramento da frota elétrica

Griffin Rastreamento2 min de leitura

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Profissional de oficina consultando um painel digital de gestão de frota em um monitor, com dashboard de treinamento e indicadores de desempenho.

A Mecânica Online publicou uma cobertura sobre como a inteligência artificial vem sendo incorporada ao pós-venda de veículos pesados. O Radar já tratou, em 19 de agosto, do lado do treino de motorista. Esta matéria olha para o outro lado da mesma tecnologia, o que acontece na oficina e no pátio.

O mecânico deixa de caçar informação

A primeira frente é o assistente de inteligência artificial na bancada. Em vez de o profissional procurar o procedimento certo em manual, boletim técnico e histórico de reparo espalhados, ele pergunta e o sistema responde consultando a base técnica de engenharia. Junto vêm ferramentas de diagnóstico veicular mais precisas e portáteis, que saem do computador fixo e vão até o veículo.

O ganho não é o assistente em si, é o tempo. Cada hora que o mecânico gasta procurando informação é uma hora de veículo parado esperando manutenção, e veículo parado é o custo que quase nunca aparece na planilha com o nome certo.

Profissional de oficina consultando um painel digital de gestão de frota em um monitor, com dashboard de treinamento e indicadores de desempenho.

A falha avisa antes de virar pane na estrada

A segunda frente é a diagnose remota. O veículo transmite o próprio funcionamento enquanto roda, e o sistema sinaliza o desvio antes que ele vire pane. A oficina já sabe o que vai chegar e prepara peça e box com antecedência, em vez de descobrir o problema no guincho.

É a mesma lógica que a manutenção preditiva vem aplicando há alguns anos, só que agora chegando embarcada de fábrica, e não apenas por sistema instalado depois. Some-se a isso o planejamento de rota orientado por inteligência artificial, que entra na conta logística em vez de ficar restrito à manutenção.

Frota elétrica pede acompanhamento em tempo real

A terceira frente é a eletrificação. Ônibus e caminhões elétricos exigem acompanhar autonomia, desempenho e temperatura de bateria continuamente, porque nesses veículos a bateria não é um componente entre outros, é o custo principal do ativo. Sistemas de monitoramento dedicados a frota elétrica já somam centenas de milhares de horas de operação acompanhada, o que dá algum lastro à tecnologia: é uso continuado, não anúncio de lançamento.

O que isso muda para quem decide sobre frota

O movimento é sempre o mesmo: treino de motorista, diagnóstico de oficina e monitoramento de bateria deixam de ser sistemas separados e passam a conversar entre si. Para o gestor, a pergunta prática não é qual ferramenta é a mais avançada, e sim se elas trocam dado com o que a frota já coleta hoje.

Painel que não conversa com os outros não reduz trabalho, aumenta. É por isso que a Griffin trabalha rastreamento, telemetria e gestão de frota numa operação só, com central própria: o dado que importa chega junto, não em cinco telas diferentes.

Quer ver isso aplicado à sua frota?

A Griffin junta rastreamento, telemetria e central própria numa só operação: do alerta que importa ao relatório que prova.

Fonte: Mecânica Online