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Furto de veículo pesado cresce mesmo com o roubo em queda, mostra boletim em SP
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A Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) divulgou um boletim que reúne dez anos de ocorrências de roubo e furto de veículos pesados no Estado de São Paulo, e o retrato de 2026 mostra dois movimentos ao mesmo tempo. O total de casos caiu 22,9% entre janeiro e maio, na comparação com igual período de 2025, mas essa queda esconde uma mudança de comportamento que interessa direto a quem gerencia frota.
Quando o roubo cai, o furto some do radar
O recuo geral está concentrado no roubo, que caiu 34,7% no período. O furto, modalidade sem confronto direto, praticamente não se mexeu: queda de apenas 1,5%. E nos dois últimos meses analisados, ele voltou a crescer, com alta de 8,1% em abril e 39,2% em maio. O padrão semanal segue estável: 73,3% dos casos acontecem de terça a sexta-feira, e a quarta-feira concentra o maior número de ocorrências.
O crime também se desloca
A cidade de São Paulo foi na contramão da queda estadual, com alta de 8,1% nas ocorrências, enquanto Guarulhos, segunda colocada no ranking, teve queda de 42,5%. Municípios como Osasco, Barueri e Santo André passaram a aparecer entre os dez com mais registros, no lugar de outros que caíram no ranking. A Rodovia Fernão Dias segue como o corredor de maior risco, mas os acessos e retornos ao seu redor ganharam peso, sinal de que a rota de abordagem também muda com o tempo.
Caminhão, cavalo mecânico e semirreboque concentram os casos
Entre os modelos mais visados aparecem caminhões da Volkswagen e da Ford, e cavalos mecânicos da Volvo e da Scania, o que reflete a presença desses fabricantes na frota brasileira, não uma falha específica de cada marca. O dado que mais chama atenção é outro: caminhões, cavalos mecânicos e semirreboques ainda concentram a maior parte dos casos, mesmo com queda proporcional em relação a 2025.
O que esse tipo de dado pede da proteção do veículo
Um cenário em que o roubo recua e o furto resiste pede camadas diferentes de proteção, não apenas mais da mesma. Vale acompanhar rota, horário de parada e local de pernoite com o mesmo cuidado dedicado ao trajeto em si, e contar com rastreamento que sinalize o desvio de rota ou a permanência fora do horário previsto antes que o prejuízo aconteça. Na Griffin, o rastreamento em tempo real e o bloqueio remoto trabalham junto de uma central de monitoramento própria, 24 horas, com atendimento a frotas em todo o Brasil.

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Fonte: Fecap
