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Escassez de motoristas e mecânicos vira risco estrutural para o transporte

Griffin Rastreamento2 min de leitura

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Pátio de garagem de transporte rodoviário ao amanhecer, ônibus e caminhões estacionados lado a lado, silhueta de um motorista se preparando para o turno, sensação de rotina apertada e profissão essencial.

O Diário do Transporte publicou a cobertura de um painel sobre escassez de mão de obra no transporte rodoviário, e o retrato que emerge é mais estrutural do que a dificuldade pontual de preencher uma vaga. Um levantamento da CNT (Confederação Nacional do Transporte), com 29 riscos mapeados para o setor, coloca a falta de profissional qualificado na terceira posição entre as maiores ameaças à atividade.

O problema muda de cara conforme o segmento

No transporte urbano de passageiros, mais de 63% dos empresários apontam falta de mecânicos, com motoristas logo atrás, citados por mais de 53%. Já no transporte interestadual de passageiros a ordem se inverte e o aperto é maior: 84% dos entrevistados indicam o motorista como a categoria mais escassa. Em ambos os casos, qualificação e experiência prévia aparecem como as maiores barreiras de contratação, o que cria um círculo difícil de romper: falta gente com experiência porque quem está se formando agora não consegue a primeira oportunidade.

Vaga aberta também é risco na operação

Quando uma vaga fica aberta, a pressão não desaparece, ela se desloca para quem continua na escala. Menos flexibilidade para organizar turnos tende a significar mais sobrecarga sobre motoristas e mecânicos que já trabalham na empresa, e sobrecarga é fator direto de risco operacional. A cobertura destaca ainda que dirigir profissionalmente hoje já não é só uma questão de manobra: envolve operar veículo com tecnologia embarcada, antecipar risco na via e manter atenção constante, o que reforça por que a formação de quem entra na profissão não pode parar na habilitação inicial.

Números do lado da oferta de mão de obra

O setor tenta responder com programas de formação: desde 2023, mais de 16 mil habilitações nas categorias C, D e E foram entregues por iniciativa que subsidia a mudança de categoria da CNH, e um novo edital recebeu cerca de 130 mil inscrições, volume que hoje esbarra na capacidade limitada de centros formadores. Há, portanto, gente interessada em entrar no setor e vaga sem preencher ao mesmo tempo, um descompasso que qualificação, experiência prática e abertura das empresas para quem está começando ajudam a destravar.

Para quem gerencia frota, esse cenário reforça a importância de usar dado de condução e de operação para equilibrar escala sem sobrecarregar quem já está no volante. A Griffin Rastreamento acompanha essa demanda estruturando informação de frota para apoiar decisão sobre gente e sobre veículo ao mesmo tempo.

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A Griffin junta rastreamento, telemetria e central própria numa só operação: do alerta que importa ao relatório que prova.

Fonte: Diário do Transporte