Acidentes de caminhão quase dobram numa rodovia movimentada de SP
Griffin Rastreamento2 min de leitura

O ACidade ON Campinas publicou um levantamento da Artesp que expõe um salto pouco comum em segurança viária: os acidentes com caminhões na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) quase dobraram em 2026.
De 110 para 212 acidentes no mesmo período
Entre 1º de janeiro e 6 de setembro, a rodovia registrou 212 ocorrências com veículos pesados, contra 110 no mesmo intervalo de 2025, alta de 92,7%. Na prática, isso equivale a cerca de seis acidentes com caminhão por semana. Só na terça-feira 8 de setembro, dois acidentes com veículos pesados aconteceram na via, um deles reunindo caminhão, ônibus e carro numa mesma colisão.
A concessionária Motiva AutoBAn, responsável pela rodovia, afirma investir em sinalização e monitoramento, mas reconhece que infraestrutura sozinha não resolve: as próprias orientações que reforça aos motoristas (não usar celular ao volante, manter distância segura, respeitar o limite de velocidade) mostram onde está o outro lado do problema.

Velocidade, celular e cansaço, na fala de quem dirige
O especialista em mobilidade urbana Luiz Vicente de Mello aponta a combinação de tráfego intenso com velocidade elevada como o fator central: quanto maior a velocidade, menor o tempo de reação e maior o risco. Motoristas que passam pela Bandeirantes todo dia citam outro fator que não aparece em boletim de trânsito, o cansaço ao volante, e a pressa por ganhar poucos segundos no trajeto em meio a disputas por espaço entre veículos.
São, em resumo, três comportamentos que se repetem: velocidade acima do seguro para o tráfego do momento, uso de celular ao dirigir, e continuar na estrada depois que o sono já chegou.
O que dá para enxergar antes do acidente
O ponto em comum entre esses três comportamentos é que nenhum deles é surpresa para quem acompanha a operação de perto: excesso de velocidade, uso de celular e sinais de fadiga são justamente o que sensor embarcado e câmera voltada para o motorista captam em tempo real, antes da colisão acontecer.
Essa é a diferença entre reagir a acidente e evitar que ele aconteça: um alerta no momento em que o comportamento de risco começa, não um boletim de ocorrência depois. Essa tecnologia já está disponível para frota de qualquer porte, e a Griffin reúne rastreamento, videotelemetria e central própria de monitoramento numa gestão de frota que acompanha o motorista, não só o veículo.

Quer transformar dado de telemetria em decisão?
A Griffin junta rastreamento, videotelemetria e central própria numa só operação: do dado bruto ao alerta que evita o acidente.
Fonte: ACidade ON Campinas
